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Máscaras podem ser liberadas no Rio já na próxima segunda, e vacinação segurou transmissão de Covid no carnaval, diz Soranz

Secretário municipal de Saúde do Rio, Daniel Soranz — Foto: Reprodução/TV Globo
Secretário municipal de Saúde do Rio, Daniel Soranz — Foto: Reprodução/TV Globo

A alta cobertura vacinal do Rio de Janeiro ajudou a cidade a manter controlados os índices de contaminação da Covid, afirmou o secretário municipal de Saúde do Rio, Daniel Soranz, na manhã desta quarta-feira (2). Soranz também disse que o município pode determinar, já na próxima segunda-feira (7), o fim da obrigatoriedade do uso das máscaras em qualquer lugar.

De acordo com o secretário, o número de casos positivos é cada vez menor e, de acordo com os parâmetros da Organização Mundial de Saúde (OMS), uma taxa menor que 5% de contaminados entre todos os estados indica controle.

“É cada vez mais raro encontrar um caso grave de Covid na cidade. No último fim de semana a gente chegou a uma positividade de 3,9%. É uma queda bastante importante”

Ainda assim, o secretário ressaltou que é preciso que a população não descuide do cronograma vacinal e, quem ainda não tomou a segunda dose e a dose de reforço deve procurar as unidades de saúde do município.

Liberação das máscaras

A próxima reunião do comitê científico da Prefeitura do Rio, que incialmente estava prevista para o dia 14 de março, deve ocorrer na próxima segunda (7). Está previsto discutir a liberação do uso de máscaras em locais fechados na cidade. O uso em locais ao ar livre sem aglomeração foi liberado em outubro do ano passado.

Daniel Soranz destacou que a liberação depende ainda de um alinhamento com o governo do estado.

“Na próxima segunda, o nosso comitê científico se reúne para decidir sobre a retirada da obrigatoriedade do uso de máscaras em locais fechados. Lembrando que no Rio já não é mais obrigatório a utilização de máscaras em locais abertos”, afirmou o secretário.

Passaporte vacinal

Outra medida que deve ser discutida na reunião é o patamar em que o passaporte vacinal deve começar a ser flexibilizado na cidade. Segundo Soranz, a medida mostrou-se extremamente eficiente para estimular a vacinação e evitar uma maior contaminação. Além disso, disse o secretário, a medida ajudou a proteger quem não foi vacinado ou tem o esquema vacinal completo.

A maneira como o comprovante de vacinação passaria a ser menos exigido ainda depende das discussões entre os especialistas que formam o comitê, mas, de acordo com Soranz, a medida estaria atrelada à porcentagem da população adulta que possui a dose de reforço. De acordo com o painel da prefeitura, esta taxa era de 53% nesta quarta.

“Sobre o passaporte de vacinação, a tendência é que a gente possa definir uma faixa até que a dose de reforço da população chegue a 70% a 80%. Mas o mais importante é proteger as pessoas para que elas vacinem”, afirmou Soranz.

Fonte: G1 

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